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Nuvens com desenvolvimento vertical
Os cúmulos (de bom tempo) - «cumulus humilis» - parecem bocados densos de algodão a flutuar e têm uma base plana (mais escura) e contornos bem definidos que se vão tornando menos definidos à medida que envelhecem e ficam mais erodidas. As partes iluminadas pelo Sol têm uma cor branca brilhante. Formam-se em massas de ar com alguma instabilidade, quando a humidade é relativamente baixa e a temperatura é relativamente elevada. Surgem muitas vezes em dias céu limpo, quando o aquecimento desigual da superfície da Terra faz com que bolhas de ar flutuantes ascendam por convecção acima do nível de ponto de orvalho, dando-se a condensação de gotículas. As bases planas das nuvens definem o nível de ponto de orvalho e os seus topos o limite do ar ascendente. O crescimento vertical é pequeno e raramente há precipitação. Nas suas fronteiras, arrefecem o ar circundante que se torna assim mais pesado e desce em roda da nuvem. Normalmente não duram mais do que de uns 5 a 40 minutos mas, se o ar se torna mais instável e húmido e a convecção aumenta (por aquecimento adicional da superfície, por elevação orográfica ou pela chegada de uma frente fria), podem crescer verticalmente ao longo de um dia (até uns 6000 metros) transformando-se em grandes nuvens isoladas formando montes, cúpulas ou torres com o topo com o aspecto de uma couve-flor. Passam então a ser chamados de «cúmulos congestus» e estão normalmente associados a cargas de água. Se um cúmulos congestus continuar a crescer verticalmente, transforma-se num cumulonimbos, a «nuvem dos temporais».

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Fonte: Fotos retiradas de diferentes sites na Internet. |
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